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IDENTIDADE

Atualizado: há 6 dias

Já faz cinco meses que escrevi sobre a verdadeira transição de carreira pela qual tenho passado, o que tem sido inclusive uma mudança de Identidade.

De Especialista em RH a Especialista sobre o Futuro do Trabalho. O que tenho aprendido nessa experiência?


Estudo, estudo, estudo!


Nessa transformação, uma coisa é certa: estudar para aprender.


O que começou pela busca de referências aqui na internet, lendo e ouvindo por aí, estou agora no caminho da especialização formal, com a leitura de material científico.


Aqui, algumas das minhas referências sobre o #FuturoDoTrabalho:


  1. Acompanhando o trabalho de especialistas já reconhecidos como Alexandre Pallaes e Murilo Gun;

  2. Buscando estudos de Consultorias como Deloitte e PWC que se destacam no tema;

  3. Leituras de artigos no Medium, ótima referência para provocações e insights;

  4. Elza Veloso (2009), em sua tese de doutorado: “Carreiras sem fronteiras na gestão pessoal da transição profissional...”.


Criar um ritmo de trabalho


Nesse processo, uma vez que estou desempregada, percebi o quanto é importante criar um ritmo de trabalho.


O que eu faria se estivesse empregado?


É esse o tempo que invisto para me atualizar e gerar conteúdo. A diferença é que escolho a onde vou estar. Em casa, no co-working ou na praia? A escolha é minha e garanto, a qualidade não é proporcional à localidade. Uma das minhas publicações mais lidas recentemente escrevi na praia, a partir de um insight lendo o livro “Incansáveis”.


Fato é: não deixe sua cabeça ficar parada!


O processo de transição


Você sabia que passamos metade da vida em processo de transição? Sim, metade!!!


Veja, transição é qualquer movimento de adaptação em sua relação com e no trabalho. Claro, elas têm complexidades diferentes e exigem maior ou menor esforço.


Na dúvida se você já passou por alguma transição? Veja os formatos existentes:


  1. Entrada e reentrada: profissionais que estão começando suas carreiras (ou recomeçando após um longo tempo afastados do mercado;

  2. Intracompanhia: mudanças que acontecem dentro da empresa, desde o início de um novo colega em sua equipe de trabalho até uma mudança de área;

  3. Intercompanhia: a mudança de uma empresa para outra;

  4. Interprofissão: a mudança de profissão propriamente dito;

  5. De saída: consideramos aqui, desde a saída para períodos sabáticos até o afastamento de uma mulher para cuidar de seus filhos e a aposentadoria.

Ou seja, refletindo sobre meus passos de carreira, realmente metade (ou até mais) do aprendizado tem acontecido durante transições – até a transição para um período sabático já vivi. Porém, agora, em uma mudança de profissão percebo que tenho consumido mais energia – por me tirar de minha zona de conforto.


A transição não precisa ser radical


Certo dia uma ex colega me chamou: “Rê, pelo amoooor, me ajuda nessa nova área que estou liderando”. E foi aí que veio a idéia: Por que não falar sobre o tema que domino, que é Gestão da Área de RH (Governança)?


Muito da minha carreira tem sido pautado na habilidade de organizar e estruturar a área. Desenhar e acompanhar processos, definir agenda, metas e por aí vai.


Foi aí que entendi que a mudança não precisa (nem deve) ser radical. Claro, forçada pela situação de estar sem um trabalho oficial, vi espaço para me reinventar e estou me reinventando. Mas não podemos deixar de aproveitar aquilo que faço bem – e agora de forma remodelada, dando consultoria e mentoria para profissionais de RH que com a troca de ideias e experiência (a final, já passei por 5 indústrias diferentes) podem alavancar sua performance e resultado.


Percebi que abraçar uma nova causa não significa que precisamos ignorar aquilo que sabemos fazer. Descobri nesses 5 meses que o processo de “Pivotar” é como andar sobre pedras, que precisamos primeiro pisar com o pé direito, tendo certeza de que não vamos cair, antes de tirar o pé esquerdo da outra pedra, mas existem várias formas de fazer essa travessia, principalmente quando você é reconhecido por fazer bem algo.


Então o que me define?


Nesse processo, me vejo em dois papéis que às vezes se complementam, mas atuam de forma diferente. Se complementam porque quando falo de Futuro do Trabalho, olho para o indivíduo em transição mas também falo sobre Gestão de Pessoas e como precisaremos ter ainda mais excelência nas nossas rotinas, além de absorver novas práticas para nos mantermos atualizados.


De forma prática, veja como defino essas duas atuações, da forma como sou reconhecida e a forma como estou construindo minha autoridade:

O que sei fazer (já consolidado)

  • Especialista em Governança de RH (gestão da área de RH): como nos organizamos e atuamos na organização;

  • Líderes de RH, que “sozinhos” na função precisam compartilhar suas experiências e assim alavancar sua performance;

  • Consultoria ou Mentoria são dois formatos propostos para ajudar meu cliente.


O que aprendi a fazer (em consolidação)

  • Especialista sobre o Futuro do Trabalho: O processo de transformação no mundo V.U.C.A.;

  • Profissionais questionando os formatos atuais de trabalho e estão se reinventando;

  • Ferramentas de Coaching e Mentoria são usadas para dar suporte aos profissionais em transformação para desenvolverem novas competências e conexões.

Colocando tudo junto


Apesar de estarmos constantemente em processo de aprendizado e transformação, só conseguimos perceber aqueles que requerem um maior esforço. Mesmo assim, nele precisamos nos manter constantemente atualizados. Rotina, foco, determinação e estudo são chave para essas mudanças.


Descobri nessa mudança de identidade que acima de tudo as mudanças não precisam ser drásticas. Não precisamos desperdiçar nosso talento (e aquilo que somos reconhecidos por fazer bem) nesse caminho. Aproveite essa oportunidade para reconhecer melhor aquilo que você faz bem (nem que seja uma parte de tudo o que você fazia antes). Isso por si só já é uma transição.

Você também já pensou sobre essa identidade: o que sabe fazer e o que quer começar a fazer?




A transição de carreira: aonde os caminhos de trablaho se cruzam

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